Direito penal · prioridade absoluta

Violência doméstica não é briga. É crime.

Se você está vivendo uma situação de violência — física, psicológica, patrimonial, sexual ou moral — existe lei pra te proteger. E existe alguém pra caminhar com você no processo. Aqui é sigiloso. Aqui você não vai ser julgada.

O que é

A Lei Maria da Penha protege cinco tipos de violência.

Muita mulher demora a procurar ajuda porque acha que "não é tão grave assim". A lei é mais ampla do que parece — e reconhece situações que muitas vezes a gente normaliza.

Física

Tapas, empurrões, agressões — qualquer ato que ofenda sua integridade física.

Psicológica

Humilhação, ameaças, controle, isolamento da família e amigos, perseguição.

Sexual

Forçar relação sexual, impedir uso de contraceptivos, exposição não consentida.

Patrimonial

Quebrar seus pertences, controlar seu dinheiro, esconder documentos.

Moral

Calúnia, difamação, injúria — incluindo expor ofensas em redes sociais.

Quando procurar ajuda

Sinais que não devem ser ignorados.

Se você se reconhece em alguns desses pontos, vale conversar — mesmo que ainda não saiba se quer denunciar.

  • Você muda o jeito de falar, vestir ou agir com medo da reação dele
  • Há ameaças — diretas ou veladas — contra você, seus filhos, seus pais
  • Ele controla seu dinheiro, sua agenda, seus contatos, seu celular
  • Você se sente humilhada com frequência, em público ou em casa
  • Já houve agressão física — uma vez, ou várias
  • Você sente que precisa "pedir desculpa" mesmo quando não fez nada
  • Familiares e amigos próximos estão te alertando
Como eu atuo

Do primeiro contato até o desfecho do processo. Sempre com você.

01

Escuta sigilosa

Primeira conversa é só pra entender. Você fala o que quer, no seu tempo. Nada do que você disser sai daqui.

02

Medida protetiva

Se for o caso, ingressamos com pedido de medida protetiva de urgência — afastamento, distância mínima, proibição de contato.

03

B.O. e delegacia

Te acompanho no boletim de ocorrência e em depoimentos. Você não vai sozinha.

04

Processo criminal

Acompanhamento integral do processo — audiências, prazos, recursos. Você é informada de cada passo, em linguagem clara.

05

Rede de apoio

Psicologia, assistência social, abrigo se necessário. Conheço uma rede e indico.

06

Pós-processo

Termina o processo? O acompanhamento não termina. Se você precisar voltar a falar comigo, eu estou aqui.

Perguntas frequentes

O que mais me perguntam.

Sem juridiquês. Se sua dúvida não estiver aqui, me chame.

Não. Você pode (e talvez deva) me procurar antes. Eu te explico se faz sentido registrar B.O., como funciona, o que pode acontecer depois — e a decisão é sua. Em casos de urgência, o boletim pode ser feito on-line.
Você não está sozinha

O primeiro passo é conversar.

Me chame quando se sentir segura para falar. Resposta em até um dia útil — sigilo total.

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